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Alegria, tristeza, energia ou falta dela: a influência da iluminação no humor


23 de Julho de 2021 - tempo estimado de leitura:
Por: Luis Guilherme Pires

A iluminação afeta tantos campos das nossas vidas que às vezes nem nos damos conta de como ela está em todo lugar, o tempo todo, até mesmo quando falta – seja a luz natural ou a que vem das luminárias criadas por mãos humanas.

Aliás, a gente tende a pensar que quanto mais, melhor, mas esse não é exatamente o caso. Existe uma justa medida que pode até variar de pessoa para pessoa em relação à quantidade de exposição à luz que deixa cada um confortável – essas preferências pessoais, porém, não se aplicam tanto aos locais com iluminação regulamentada pelos órgãos competentes, como a ABNT, que avalia questões mais objetivas.

Muita ou pouca luz natural afetam as pessoas

Para se ter uma ideia, a falta de luz do dia pode desencadear a winter blues, ou SAD (seasonal affective disorder – transtorno afetivo sazonal), um tipo de tristeza verificado, pelo psiquiatra Norman Rosenthal, em pessoas que residem em locais mais ao norte do Hemisfério Norte. 

Algumas pessoas relatam que fazer terapia com luzes artificiais ajudam a aliviar a SAD durante o período invernal, quando a incidência de luz solar se reduz drasticamente na parte boreal do planeta. Há casos, também, de pessoas que dizem sentir uma espécie de summer blues, em que a letargia as acomete justamente devido aos dias mais longos e ao calor.

Porém, não podemos controlar diretamente as estações do ano e a luz solar, certo? Por isso, a iluminação artificial vem transformando a vida da humanidade desde o descobrimento do fogo, já que é algo que temos maior facilidade em controlar. Vamos ver como isso é feito mais de perto a seguir.

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A iluminação pode ser planejada pensando no bem-estar?

Sem dúvida é possível criar um projeto de iluminação pensando não só nos critérios técnicos como também no bem-estar das pessoas que usarão o ambiente. Além dos benefícios da luz natural que comentei acima, a luz artificial também facilita tarefas e contribui para que as pessoas sintam-se mais felizes.

Por exemplo, ambientes mais iluminados dão maior sensação de calor. Veja bem, não é que as lâmpadas de fato aumentem a temperatura do espaço, trata-se mesmo de uma percepção individual da temperatura. 

Outro ponto de destaque interessante é que a iluminação mexe com nosso ciclo circadiano, afetando sobretudo nossos ciclos de sono. Já comentei sobre isso neste post.

Além do brilho, cores também afetam nossas sensações

A psicologia das cores é um fenômeno bem estudado e pode também influenciar na iluminação:

  • Verde: como a “cor da natureza”, é uma cor que passa a sensação de tranquilidade e calma.
  • Azul: a luz azul pode ser usada no equilíbrio do ciclo circadiano, sobre o qual comentei acima; tons azulados também passam maior sensação de limpeza e saúde, junto ao branco.
  • Lilás: é associado à redução do estresse e ao romantismo.
  • Laranja e amarelo: são cores de “conforto” e fazem ambientes parecerem mais acolhedores.
  • Branco: muito associado à limpeza e à precisão, bem como à segurança, saúde e amplitude de espaço.

Conhecer os efeitos dos diferentes tipos de iluminação no comportamento e no sentimento das pessoas é um importante passo para criar espaços confortáveis e funcionais. Por isso, nada melhor do que uma pessoa especializada no assunto para orientar você nesse planejamento. Vamos conversar?

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